Grupo:
Luís Antônio, Camila, Guilherme Cassalha
1- Pilha de batata
Depois de realizar as ligações corretamente, você poderá ligar sua calculadora e utilizá-la normalmente, como se estivesse utilizando uma pilha tradicional.
Para produzir o experimento é necessário:
a) Monte a pilha-batata conforme já explicado no experimento anterior (veja ilustração acima).
b) Monte o circuito indicado, ligando os alto-falantes bem longe um do outro, de preferência um numa sala e o outro em outra (de modo que os interlocutores não se escutem diretamente).
c) Com um colega falando perto de um dos alto-falantes (remoto), você deverá ouvir no outro (local). Como o som é muito fraco, o seu alto falante deve ser colocado bem junto ao ouvido.
d) Da mesma forma, falando no alto-falante local, seu colega poderá ouvir no alto-falante remoto.
Como no caso de pilhas comuns, na ligação em série, as tensões que aparecem entre os eletrodos ligados na batata se somam, desde que suas polaridades sejam as indicadas na Fig. 4. Se uma das batatas for “invertida”, a tensão correspondente é subtraída. Quando a ligação das batatas é em paralelo, a tensão se mantém, porém a capacidade de fornecimento de corrente aumenta.
Por exemplo, se cada pilha-batata conseguir sozinha sustentar uma corrente de 1,0 mA, quatro delas em paralelo irão sustentar 4,0 mA, em igualdade das demais condições.
Os elétrons saem da placa de zinco e vão para a placa de cobre, gerando uma corrente i no sentido da placa de cobre para a placa de zinco.
A batata, por ser um eletrólito, permite a troca de íons entre os eletrodos, que são as placas de zinco e cobre, fechando o circuito e fazendo assim com que a sua calculadora funcione por algum tempo.
Para produzir o experimento é necessário:
- três batatas grandes;
- placas de zinco;
- placas de cobre;
- fios de cobre;
- um relógio que funcione com uma pilha AAA.
O interessante do experimento é a utilização da batata como produtor de energia, já foram confeccionados também baterias com limão, recentemente nosso grupo tentou produzir, mas infelizmente não obtivemos resultados satisfatórios, a produzida pela PUC gera em média de 2 a 2,5 V.
A nível de curiosidade, a primeira pilha elétrica foi inventada pelo físico italiano Alessandro Volta, em 1800, e era formada por discos de cobre, discos de feltro umedecido com ácido sulfúrico diluído em água e discos de zinco, sendo que o disco de feltro era colocado entre os discos de cobre e zinco.
A experiência:
a) Monte a pilha-batata conforme já explicado no experimento anterior (veja ilustração acima).
b) Monte o circuito indicado, ligando os alto-falantes bem longe um do outro, de preferência um numa sala e o outro em outra (de modo que os interlocutores não se escutem diretamente).
c) Com um colega falando perto de um dos alto-falantes (remoto), você deverá ouvir no outro (local). Como o som é muito fraco, o seu alto falante deve ser colocado bem junto ao ouvido.
d) Da mesma forma, falando no alto-falante local, seu colega poderá ouvir no alto-falante remoto.
Batatas em série e em paralelo:
Batatas podem ser guardadas em sacos e até cortadas em diversos formatos; isso todos sabem. No entanto, poucos leitores sabem que podemos ligar pilhas-batatas tanto em série como em paralelo ou ainda associações mistas, para obter mais energia elétrica. Conforme observamos na Fig. 4, podemos ligar as pilhas-batatas, em série, para obter uma tensão maior do que uma delas sozinha pode gerar, o que é facilmente constatado com o multímetro na escala mais baixa de tensão.
Por outro lado, ligando as pilhas-batatas em paralelo, podemos obter uma corrente maior do que uma única batata conseguiria fornecer. O leitor pode verificar isso mais uma vez, usando o multímetro. A ligação em paralelo e mista não foram aqui ilustradas. Isso, todavia, não impede que o professor apresente isso em sala de aula. Advertimos, porém, que pilhas e baterias (de qualquer espécie, não só as de batatas!) não devem ser guardadas quando associadas em paralelo. Todas irão se descarregar! Eis porque não existe no comércio 'nenhum' brinquedo ou equipamento com pilhas associadas em paralelo. Você conhece algum? Escreva para o autor.
Por outro lado, ligando as pilhas-batatas em paralelo, podemos obter uma corrente maior do que uma única batata conseguiria fornecer. O leitor pode verificar isso mais uma vez, usando o multímetro. A ligação em paralelo e mista não foram aqui ilustradas. Isso, todavia, não impede que o professor apresente isso em sala de aula. Advertimos, porém, que pilhas e baterias (de qualquer espécie, não só as de batatas!) não devem ser guardadas quando associadas em paralelo. Todas irão se descarregar! Eis porque não existe no comércio 'nenhum' brinquedo ou equipamento com pilhas associadas em paralelo. Você conhece algum? Escreva para o autor.
A bem da verdade, conheci um desses brinquedos (coisa de 30 anos lá para trás!), era um modelo de robozinho que funcionava com 4 pilhas (não recordo se eram médias ou grandes). Coitada da firma, foi à falência e cobriu-se de reclamações: "Coloquei as pilhas ontem e hoje já não funciona mais!". Você saberia explicar porque as pilhas se descarregam rapidamente?
Como isso funciona?
Como no caso de pilhas comuns, na ligação em série, as tensões que aparecem entre os eletrodos ligados na batata se somam, desde que suas polaridades sejam as indicadas na Fig. 4. Se uma das batatas for “invertida”, a tensão correspondente é subtraída. Quando a ligação das batatas é em paralelo, a tensão se mantém, porém a capacidade de fornecimento de corrente aumenta.
Por exemplo, se cada pilha-batata conseguir sozinha sustentar uma corrente de 1,0 mA, quatro delas em paralelo irão sustentar 4,0 mA, em igualdade das demais condições.
2 - Alta Tensão
Ela é semelhante a um raio. A alta tensão entra em contato com eletrodos provoca a descarga elétrica devido a ionização do ar. O ar quente sobe junto com a descarga.
As redes de Alta tensão são vistas frequentemente em grandes cidades como a nossa, são elas as responsáveis por transmitir a energia elétrica para nossas casas.
No experimento, vemos a produção de relâmpagos, que se assemelham a raios. O International Electrotechnical Commission e demais órgãos associados definem alta tensão como circuitos com mais de 1000V, já os Estado Unidos, representados pela National Electrical Code consideram alta tensão, qualquer tensão acima de 600V.
No Brasil, a Norma Regulamentadora número 10 do Ministério do Trabalho e Emprego brasileiro considera as instalações de corrente contínua em alta tensão valores que atinjam mais de 1500V.
Essa experiência é bem interessante por que acontece quando esta chovendo, em lugares comuns (na rua). Ela é semelhante ao “raio”. A alta tensão entre os eletrodos provoca a descarga elétrica devido a ionização do ar. O ar quente sobe juntamente com a descarga (elétrica).
3 - Turbina
Material:
- uma bola, grande ou pequena, mas que seja leve.
- turbina que gere bastante fluxo de ar , ou secador de cabelo.
Procedimento:
- uma bola, grande ou pequena, mas que seja leve.
- turbina que gere bastante fluxo de ar , ou secador de cabelo.
Procedimento:
1. Liga a turbina/ secador e direcciona o fluxo de ar de maneira a que este seja ascende.
2. Coloca a bola no centro do fluxo de ar imposto pela turbina.
3. Podes verificar que a bola acompanha os movimentos da turbina.
Explicação :
Em 1738, o matemático suíço Bernoulli observou quanto mais depressa o ar se move menor será a sua pressão.
Nesta experiência, o ar movimenta-se com maior velocidade no centro do jacto produzido pela turbina fazendo com que a pressão neste ponto seja sempre mais baixa comparada com a dos outros locais.
A bola é mantida sempre no centro do jacto de ar porque esta é empurrada para o centro pela maior pressão do ar mais lento, ou seja, aquele que está mais próximo das bordas do jacto. Por sua vez, a bola é mantida em suspensão porque o jacto de ar ascendente é suficiente para vencer o peso da bola.
4 - Tabela Periódica
Tabela periódica dos elementos químicos é a disposição sistemática dos elementos, na forma de uma tabela, em função de suas propriedades. São muito úteis para se preverem as características e tendências dos átomos. Permite, por exemplo, prever o comportamento de átomos e das moléculas deles formadas, ou entender porque certos átomos são extremamente reativos enquanto outros são praticamente inertes. Permite prever propriedades como eletronegatividade, raio iônico, energia de ionização. Dá, enfim, fazer inferências químicas plausíveis.
A Tabela Periódica disposta no museu é muito interessante pelo fato de variar a iluminação de acordo com a família dos elementos selecionados. Dessa forma, estudar além de ficar mais divertido, sem dúvida alguma, também fica mais claro e fácil, pois os elementos além de apresentarem seus nomes e abreveaturas ficam expostos em sua forma física dentro das estantes de vidro que compõem a tabela. A ideia foi muito boa, levando em consideração a dificuldade que se vê hoje em dia dos estudantes decorarem a tabela, muitas vezes por não entenderem mesmo e outras vezes por não saberem dividir a própria disposição das famíias. Nunca tinhamos visto uma forma tão atraente de se estudar química.


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